Ação foi feita na sede da Secretaria de Estado da Assistência Social e Cidadania com representantes de oito municípios

Na manhã desta terça-feira, 6, a Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Seasc), por meio da Superintendência de Assistência Social, ofereceu apoio técnico às equipes de alta complexidade de oito municípios sergipanos. O encontro abordou o acolhimento institucional para crianças e adolescentes nas localidades das equipes presentes.
O Apoio Técnico é uma recomendação do Plano Estadual de Apoio Técnico (PEAT) que tem como fundamento assegurar de forma sistêmica, contínua e planejada as intervenções das políticas sociais e é fruto de muitas discussões e análises das ações na política de assistência social por parte da equipe da Secretaria de Assistência Social junto às demandas dos municípios.
De acordo com a Técnica Referência Estadual para as Unidades de Acolhimento de Crianças e Adolescentes, Rita Cristina Gomes, esse serviço contribui para qualificação das gestões, dos provimentos dos serviços e do controle social do Sistema Único de Assistência Social, que lava a melhoria do atendimento e mais eficiência e precisão nos resultados desses atendimentos.
“É um trabalho muito importante e a gente está muito feliz de realizar, porque quando uma criança, o adolescente, vai pro acolhimento ele vai com a perspectiva de voltar pra família dele. Quem realiza esse trabalho é a equipe técnica do acolhimento, então, aquela criança entra ali e quanto mais eficaz e eficiente for o trabalho da equipe técnica mais rápido essa criança é devolvida para sua casa”, esclarece Rita.
A técnica ainda explica que esse Apoio Coletivo é feito após as visitas técnicas individuais aos locais de acolhimento para crianças e adolescentes, onde é mapeado os problemas, dificuldades e analisando documentos para a execução das atividades no local. Esse material é recolhido, estudado e somente após esse processo é montada a dinâmica que é feita para os membros das localidades visitadas.
A assistente social do município de Carmópolis, Joseane Alves, defende que esses encontros são essenciais pelo dinamismo do trabalho. “Eu costumo dizer que é um ‘continuar’ e ‘recomeçar’ todos os dias. Nosso objeto de trabalho são crianças e adolescentes que têm seus direitos violados e com elas trabalhar o processo de reintegração familiar, o maior desafio. Nesse momento de troca de experiências a gente se atualiza, reconhece os pontos fracos e busca a partir dessas observações a melhora do serviço”, analisa Joseane.
Neste encontro estavam presentes as equipes do município de Nossa Senhora das Dores, Barra dos Coqueiros, Santa Luzia do Itanhy, Arauá, São Francisco, Neópolis, Carmópolis e Itaporanga.














