Programas Cartão Mais Inclusão e Sergipe Acolhe foram publicados na 4ª Edição da Revista do Fonseas

As experiências exitosas da Assistência Social em Sergipe ganharam destaque na 4ª Edição da Revista Gestão Social, lançada oficialmente na última quinta-feira (17) pelo Fórum Nacional de Secretários de Estado da Assistência Social (Fonseas), em Vitória/ES. O evento contou com a presença da secretária de Estado da Inclusão e Assistência Social, Lucivanda Nunes Rodrigues, e sua equipe.

Os programas de transferência de renda Cartão Mais Inclusão (CMais) e Sergipe Acolhe foram as políticas sergipanas destacadas na Revista do Fonseas, que traz com tema central as “Experiências estaduais e agendas em defesa do Sistema Único de Assistência Social (SUAS)”. Criados com o advento da pandemia, o CMais é voltado para aquisição de alimentos, e o Sergipe Acolhe para amparar crianças e adolescentes que ficaram órfãos de vítimas da Covid.

“O CMais é um programa de transferência de renda que surgiu em 2020, inicialmente como temporário e emergencial, e que desde 2021 se tornou permanente para parte dos beneficiários. O programa vem sendo progressivamente ampliado e hoje engloba diversas modalidades – Alimentação, Sergipe Acolhe, Sergipe pela Infância e, a partir de 2023, teremos a inclusão do CMais Mulher (para mulheres vítimas de violência) e também do CMais para pessoas que convivem com HIV/Aids”, informa Lucivanda Nunes, que integra a Diretoria Executiva do Fonseas.

O lançamento da revista fez parte da programação da Reunião Descentralizada do Fonseas 2022, que até esta sexta-feira (18) reúne secretários estaduais da Assistência Social em torno do “Balanço do Sistema Único de Assistência Social e desafios na retomada do pacto federativo: o papel estratégico dos estados”, com apresentação das boas práticas e inovações em gestão.
“É com imensa satisfação que vemos programas sergipanos ganhando destaque entre as ações expostas na Reunião do Fonseas. A integração entre os estados fortalece a política de Assistência Social para as famílias que vivem em situação de vulnerabilidade socioeconômica no Brasil e que sofreram ainda mais durante a pandemia”, pontua a secretária de Inclusão e Assistência Social de Sergipe.












